Terapia Comportamental

Na terapia das disfunções sexuais, uma abordagem consistentemente psicossomática tem sido aplicada há décadas, com ênfase na análise holística de cada caso. A psicoterapia comportamental específica tem um papel dominante na terapia. A sexoterapia também se aplica a disfunções sexuais de natureza claramente orgânica.

Tratamento medicamentoso

A farmacoterapia desempenha um papel importante no tratamento de disfunções sexuais. Medicamentos com medicamentos centrais (drogas dopaminérgicas, antidepressivos, ansiolíticos) e periféricos (vasodilatadores, espasmolíticos) são utilizados. Hormônios exógenos, especialmente andrógenos (homens e mulheres) e estrogênios (com sua deficiência em mulheres) também têm um lugar no tratamento da disfunção sexual.

Dieta

Um esforço para melhorar a condição mental e física geral dos pacientes é de grande importância para o tratamento da disfunção sexual. Estresse de todos os tipos afeta negativamente a vida sexual de todas as pessoas. O melhor afrodisíaco é bastante exercício ao ar livre e sono.

Psicoterapia em distúrbios da ereção

No tratamento de todas as disfunções sexuais, a psicoterapia tem um lugar importante. O nível de comunicação entre o terapeuta e o paciente deve ser o melhor possível. Especialmente em desordens incompletas e combinadas é importante. A sexoterapia clássica em pares nem sempre é necessária. Às vezes, uma abordagem racional e explicativa e um bom relacionamento terapêutico com o paciente são suficientes. Manter ou restaurar o sexo regular com o ciclo sexual completo, incluindo o orgasmo, é essencial. Homens sem um parceiro sexual devem ser encorajados a regularizar suas atividades de masturbação. Os pacientes devem evitar longos intervalos na vida sexual. Se houver uma parceria funcional, os parceiros são encorajados a ter contatos não-coetâneos, independentemente da qualidade da ereção.

Impotência – disfunção erétil – é definida como a incapacidade de atingir ou manter uma ereção suficiente do membro sexual, ou seja, a ereção necessária para conduzir com sucesso as relações sexuais. Portanto, não é uma incapacidade de atingir o orgasmo ou a ejaculação, nem a falta de apetite sexual.